Todo mundo comenta sobre os benefícios do alho para nossa saúde. Honestamente nunca levei em consideração, uma vez que achava impossível consumir alho sem ficar três dias “conversando” com ele (com o perdão da expressão). Mas lendo o livro ‘Candidíase, a Praga’ da jornalista especializada em saúde Sonia Hirsch (#AMO), me convenci que o alho não pode ficar fora da dieta por ser um importante fungicida natural.

Fui atrás das cápsulas de alho e não me adaptei a algumas delas, que no fim das contas também deixavam o gosto do alho após as refeições. ( Tomo uma capsula no almoço )

Mas achei uma que não deixou o gosto e está plenamente inserida no meu dia a dia.
Achei bacana dividir com vocês.

Este é o óleo de alho da Stem, ao qual me adaptei. É vendido em farmácias. Eu comprei na Drogaria São Paulo.

O alho, ou Allium sativum, contém componentes sulfurados como aliina, alicina, dialil sufeto, dentre outros, que promovem a prevenção de aterosclerose e diabetes, além de auxiliarem no controle do LDL (“colesterol ruim”), conhecido oxidante que ataca os vasos sanguíneos.
Em outras pesquisas, provou que melhora o sistema imune em pacientes com câncer e em pacientes saudáveis também.

Também possui propriedades anti microbianas, utilizado em alguns quadros de doenças infecciosas. O primeiro a descrever o efeito bactericida do alho foi Louis Pasteur, embora já seja usado desde a antiguidade com este fim.

A melhor forma de consumo para efeitos medicinais é cru, ou em óleo obtido através da destilação a vapor, e vendido em cápsulas. Já aquecido, como em refoga ou em chá, tem os efeitos terapêuticos bastante reduzidos.

Vale a pena testar!