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Como nutricionista, a primeira vez que escutei falar de cura do Diabetes com alimentação viva, eu duvidei pela minha quadrada visão médica cartesiana recebida durante os anos de estudo. Depois de me aprofundar no assunto, passei a perceber que a nossa visão do Diabetes é bastante antiquada e limitada, uma vez que estudos recentes comprovam a eficácia de tratamentos alternativos nessa área.

Um amigo médico então me apresentou o estudo Simply Raw (simplesmente cru) de um médico americano Dr. Gabriel Cousens, especializado em ayurveda e alimentação viva, que mostra como podemos reverter a memória celular de longo prazo, os riscos da dependência pelo açúcar e reversão de doenças através de um programa de alimentação e jejum. Veja o vídeo do Dr Gabriel:

Com o livro em mãos, descobri que somos ultra viciados em açúcar, que apenas uma pequena ingestão de açúcar já deixa nossa mente implorando por açúcar por mais 10 dias e que esse vício é tão grave quanto o vício da cocaína. Cientistas comprovaram que nosso organismo não precisa de tanta ingestão de glicose (frutas, pães, massas, raízes, açúcares) e sim, a memória celular que pede, daí aparece o Diabetes. Somente podemos reverter isso com a suspensão da glicose por um curto período (a célula perde a memória do açúcar de 6 a 10 dias).

Dr Gabriel então propõe então a ingestão de um determinado suco verde com baixo índice glicêmico por alguns dias antes de começar a dieta viva. Tentei fazer o programa mas falhei no terceiro dia. Amigos: é impossível fazer esse programa trabalhando, então podemos tirar férias para iniciá-lo e sempre fazer com o acompanhamento de um médico treinado do Simply Raw (tenho um ótimo pra indicar aqui Campinas e região; e em SP existem alguns que já fazem isso). Lembrando que o programa reverte várias doenças, não só o Diabetes.

O pouco que eu consegui fazer do programa mudou totalmente meu paladar em relação a ingestão de doces, melhorou minha disposição, emagreci e meu intestino e pele melhoraram. Recomendo todos os livros do Dr. Gabriel Cousens, porém infelizmente ainda não traduzidos.

Para mais informações acesse o site do Tree of Life, clicando aqui.