Young woman sitting on bed drinking tea

Estes dias, como vocês acompanharam aqui no blog, estou insistindo na tecla “SLOW DOWN” (do inglês: devagar!) como uma das principais fontes de felicidade para nossa sociedade. Várias pesquisas já comprovaram que, em estado de pressa, a mente e o corpo não conseguem interagir positivamente com o universo ao seu redor. Hormônios do estresse saem do controle, o estado de presença e consciência desaparece, e aí, bye bye felicidade e bem estar.

Passeando pelo site da Brahma Kumaris, organização não governamental de origem indiana que trabalha mundialmente pela espiritualidade e paz, encontrei uma campanha que me chamou atenção e tem tudo a ver com este contexto:

“Escolha a Calma” é uma campanha de utilidade pública que promove a escolha consciente pela paz e não-violência na sociedade, segundo o site da própria campanha.

Com base na reflexão e na prática de 12 valores – amor, perdão, tolerância, confiança, respeito, humildade, paciência, flexibilidade, humor, compaixão, cooperação e gentileza, oferece ferramentas que ajudam as pessoas a superarem o medo e a raiva e a escolher a calma nas situações do dia-a-dia.

Você pode disseminar os conteúdos da campanha Escolha a Calma e influenciar positivamente as pessoas a adotarem uma atitude emocionalmente mais saudável diante dos desafios cotidianos da vida.
Escolha Calma onde e quando quiser: nos encontros com a família, com os amigos, na escola, no trabalho, no clube…

Escolha Calma pode ser uma mensagem interessante antes de iniciar uma reunião de condomínio, por exemplo. Pode também ser uma atração especial numa reunião entre amigos, ser a inspiração para um workshops entre colegas de trabalho etc.

Os conteúdos são de livre acesso. Você pode usá-los e transformá-los em diálogos, palestras, work-shops, eventos, e organizar encontros da maneira que desejar.

Ao longo destes anos trabalhando com bem estar e procurando usar estas filosofias para minha própria vida, percebi que escolher a calma é uma ação diária, quase minuto a minuto. Dirigindo pelo transito, organizando a agenda, comendo, tenho que me lembrar a todo momento que não preciso fazer nada com pressa e que, pelo contrário, o estado de agitação me trará um malefício que nada poderá compensar.

Escolher a calma não significa parar ou ser inerte. Significa fazer com consciência cada coisa que se propôs a fazer nos dia.

Que tal começar agora?? ;-)