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Você já deve ter ouvido falar este nome. Shantala é uma massagem oriental para bebês, praticada na Índia há alguns milênios, em uma tradição passada de mãe para filha.

Durante caminhadas pelas ruas de Calcutá, numa favela chamada Pilkhana, o médico obstetra francês Fredrerick Leboyer observou uma mulher paralítica massageando seu filho e ficou deslumbrado com o que via: um ritual de harmonia, ritmo, amor e ternura. A troca que ali existia demonstrava que aquele momento era único, como se o tempo não existisse, firmando através do contato carinhoso o fortalecimento do bebê e um novo sentido de existência para mãe e filho.

Leboyer retratou este momento e escreveu o livro Shantala, revelendo os movimentos deste ritual ao ocidente, dando o nome de Shantala à massagem como forma de homenagear àquela mulher que se deixou conhecer e fotografar.
A finalidade principal desta massagem é desenvolver a interação mãe e filho/ pai e filho, podendo ser aplicada pelos pais ou cuidadores a partir do primeiro mês de vida, e seu toque sutil é capaz de romper cadeias de tensões, prevenindo neuroses e problemas futuros. Alivia cólicas e insônia, melhora o desenvolvimento psicomotor, e equilibra o bebê física, emocional e energéticamente.
Fonte: Shantala, Cristina Balzano

Finalizando, segue um pequeno clipe do filme de Cris Balzano, minha professora de Shantala, doula, e professora de yoga para gestantes e baby yoga.