Frase

“Devemos nos tornar a mudança que queremos para o mundo” – Gandhi

Posts Tagged ‘filosofia oriental’

Yogaterapia Ayurvédica. Como melhorar sua saúde?

Thursday, April 19th, 2012

Amigos, não percam esta matéria que escrevi para a Revista Personare sobre Yogaterapia Ayurvédica.

‘Adeque posturas ao seu biotipo e a alimentação ao seu estilo de vida

Estudadas e praticadas na Índia há mais de três mil anos, Yoga e Ayurveda (a tradicional medicina indiana) estão começando agora a dar seus passou mais maduros aqui no Ocidente. Amplamente difundidas nos Estados Unidos e Europa e reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), as “ciências irmãs” podem fazer mais pela saúde quando trabalhadas de maneira unificada, aliando seus princípios às necessidades particulares de cada indivíduo.

Baseada nos cinco elementos da natureza – terra, água, fogo, ar e espaço – o Ayurveda observa sempre o equilíbrio destes elementos como forma de manter ou recuperar a saúde do corpo, foco desta medicina. Já o Yoga, que trabalha também o corpo através de posturas vigorosas e de respirações controladas, tem como principal finalidade o domínio da mente. Os antigos sábios, que conheciam profundamente esta interação corpo-mente, entendiam que não seria possível evoluir a mente sem um corpo saudável nem manter um corpo saudável sem uma mente sutil. Desta forma, assimilaram a necessidade de que ambas as ciências fossem praticadas juntas. Historicamente, as filosofias ficaram conhecidas então como “irmãs”.

PRÁTICA INDIVIDUALIZADA

Hoje é comum vermos uma sala de aula de Yoga lotada, com muitas pessoas praticando a mesma sequência de posturas, com intensidade e propósitos similares. Mas isso seria correto sob a ótica do Ayurveda, uma vez que os indivíduos têm diferentes características físicas, emocionais e diferentes necessidades e limitações? Apesar de o Yoga ser conhecido pelos seus amplos resultados benéficos à saúde, pouco se diz sobre os riscos que esta prática não individualizada e a massificação do exercício podem trazer ao corpo.

Alguns mestres de Yoga, entendendo a necessidade de individualização deste processo de acordo com os desequilíbrios físico-energéticos e o biótipo da pessoa, concentraram-se em atender alunos sob um avaliação mais criteriosa. Através de um diagnóstico do dosha (biótipo) e uma anamnese detalhada da saúde do paciente/aluno, pessoas com distúrbios mais graves como cardiopatas e hipertensos, ou problemas mais comuns como dores articulares e contraturas musculares, puderam praticar Yoga explorando ao máximo seu potencial sem correrem riscos.

SAÚDE E LONGEVIDADE

A prática de Yogaterapia Ayurvédica, consiste em posturas e respirações apropriadas ao seu biótipo, adequação de alimentação e estilo de vida, massagens e outras manipulações (como alongamentos) quando necessário e um cuidado muito especial com seu estado físico e emocional a cada dia. Obviamente, tudo isso só pode ser conduzido por um profissional habilitado em Yoga, Yogaterapia e Ayurveda, formação que nem todos os professores de Yoga têm.

Também é possível realizar a prática de Yogaterapia Ayurvédica em grupo, uma vez que as pessoas apresentem o mesmo problema, como hipertensos por exemplo. O professor terapeuta fará os diagnósticos individualmente, assim como a adequação de estilo de vida e alimentação. Na hora da prática de posturas e respirações, o profissional restringirá ou indicará a um aluno um determinado exercício ou alguma variação da mesma postura.

Desta forma, além de se livrar do constrangimento de não colocar o pé na cabeça como o colega ao lado, o aluno estará verdadeiramente ampliando a consciência de corpo e mente com todo o cuidado e respeito que merece!

Por isso, curta a sua prática de Yoga sempre atento aos seus objetivos e necessidades. Isso, sim, será garantia de saúde, longevidade e sucesso!

Namastê!’

Muitas outras dicas sobre bem estar você encontra na Revista Personare.

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Samsara, Nirvana e o Yoga em Búzios

Wednesday, April 11th, 2012


Se você estava procurando um lugar entre o céu e a terra, de preferência com sotaque brasileiro, já encontrou! A pequena cidade Armação dos Búzios, mais conhecida como Búzios, no litoral fluminense, não deixa nada a dever nem aos amantes das boas compras e gastronomia, nem aos praticantes espiritualistas e entusiastas da vida natural.
Famosa por ter sido adotada pela lendária Brigitte Bardot na década de 60, Búzios recebe muitos turistas brasileiros e “gringos” ao longo do ano, e conta com algumas possibilidades bem interessantes para você curtir yoga, meditação e uma comidinha veggie na sua viagem.

Começando pela loja Samsara, que vende artigos indianos, livros espiritualistas, incensos, roupas e muitas outras coisinhas, e pelo restaurante Nirvana (literalmente no andar acima de Samsara), que tem um buffet vegetariano com um toque ayurvédico funcionando de terça a domingo. O proprietário Paulino recebe pessoalmente os visitantes. Clique aqui para endereço e afins.


E se você quiser praticar Yoga e Meditação, o centro budista Buddha Dharma Meditation Center, na Rua da Pedras, oferece Meditações guiadas de Autocura Tântrica, aulas de filosofia budista, palestras e aulas de Hatha Yoga. Mas confira o site do centro, para não perder o horário das práticas!
A professora Rosália Wayhs coordena o projeto Yoga in Buzios que além de eventos, conta com aulas regulares e uma formação de professores.
Tem loja do Mundo Verde por lá também. E muita, muita coisa bonita pra se ver e desfrutar…

E para fechar este post, os ares quentes da Praia da Ferradura… Vai dar vontade para sempre de voltar à “Saint Tropez brasileira”. Namaste

Glossário básico: Samsara e Nirvana são duas palavras muito usadas pelos budistas, que designam a “roda do sofrimento” e o “êxtase em plenitude”, respectivamente.

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História de Buda e origem do budismo

Monday, July 4th, 2011

O Budismo nasceu na Índia, no séc. VI a.C., com Buda Shakyamuni. Siddhartha Gautama – “Aquele cujo Desígnio será alcançado” ( nome de origem do Buda Shakyamuni) nasceu ao norte da Índia (atualmente Nepal) como um rico príncipe pertencente a família real dos Sákyas. Durante a gravidez, a rainha Maya, mãe de Sidarta, sentia um contentamento tão profundo que inspirou o rei se voltar para as práticas espirituais, encorajando a ação benevolente e compassiva em todos ao seu redor. Na primavera, a rainha deu à luz nos Jardins de Lumbini, sob uma árvore em flor, e faleceu pouco tempo depois.

Criado sob os preceitos das antigas religiões indianas (naquele tempo, a Índia era um território muito rico nas práticas espiritualistas – Yoga já era praticado como ciência espiritualista -, bem como nas ciências como matemática e filosofia), Sidarta foi cercado de belezas e prazeres pelo pai que, temendo que seu único filho deixasse o lar em busca da verdade, o protegeu da visão de qualquer sofrimento.
Quando o príncipe Sidarta atingiu a maioridade, atendeu o desejo de seu pai de se casar, escolhendo a sábia e virtuosa princesa Gopa, cuja mão conquistou mostrando-se mestre nas artes e ciências mundanas, como os esportes (luta, corrida, natação, arte de cavalgar…), as artes (pintura, escultura, música instrumental, canto, dança…) e o comércio.
Além de tais habilidades, Sidarta tinha completo domínio da magia, dos mistérios da natureza, astrologia, escrituras tradicionais indianas, debate, ritos religiosos e Yoga.
Gopa espelhava as qualidades do príncipe, com pureza de coração, indiferente ao luxo e à ostentação. Eles viveram em deleite, nas mais elegantes moradias.

Aos 29 anos, durante quatro passeios aos jardins fora dos muros da cidade real, o príncipe teve quatro visões que transformaram sua vida: um velho homem, abandonado por sua família; um homem desfigurado pela doença e dominado pela dor; um corpo sem vida a caminho do sepultamento, seguido pelos pesarosos parentes; e um tranquilo asceta concentrado na liberação. (Lembrando que o conceito de “liberação” ou “iluminação” já era praticado pelas filosofias da época, como o Yoga). Profundamente impressionado com a inevitabilidade do sofrimento e inspirado pela serenidade do asceta, o príncipe resolveu renunciar a seu reino para buscar o fim do sofrimento. O coração e a mente de Sidarta abriram-se completamente e ele abraçou o inevitável sofrimento de que os seres humanos padecem.
Partiu a cavalo com seu amigo e cocheiro Chandaka, a caminho da estupa do Buda anterior, Kasyapa, onde o príncipe trocou suas vestes reais pelas roupas em farrapos de um mendigo. Cortou seus cabelos, signo de sua condição real, rompendo simbolicamente os laços com a vida anterior. Mandou que o amigo retornasse ao palácio e foi em busca do “incriado, imorredouro, imperturbável”. Por um tempo viveu só na montanha de Rajagrha, e depois foi atrás de cada mestre do país, de cada filosofia, aprendendo seus ensinamentos, até que continuou sua busca espiritual por si só.

Viveu em lugares ermos e praticou as mais severas austeridades, como comer apenas um grão de arroz. Através de tais práticas, alcançou níveis de consciência muito expandidos, embora temporários, e desenvolveu extraordinário poder de determinação, mostrados em cada pedido de seu pai para que regressasse.

Compelido pela compaixão dos seres em sofrimento, abandonou a prática de austeridades, aceitou o prato de arroz com leite oferecido por uma donzela, e sentou-se solitário sob a árvore bodhi, a algumas milhas ao sul da vila de Gaya. Ali, fez voto de não se levantar até que tivesse atingido completa e perfeita iluminação. Sem se distrair ou seduzir com os deuses do medo e do prazer, Sidarta, naquela noite, compreendeu as as operações internas do samsara, o ciclo de nascimento e morte, as vidas passadas de todos os seres e observou o karma em operação.

Compreendeu os padrões de sofrimento, o emaranhado de suas causas e condições e a maneira de trazê-las a um fim. Torna-se um Buddha, o completamente desperto.
Após sete semanas, o Desperto levantou-se de sob a árvore bodhi e dirigiu-se ao Parque das Gazelas em Varanasi, onde residiam seus antigos seguidores. Pelos 45 anos seguintes, o Buddha viajou extensamente ensinando o Dharma a centenas de milhares de seguidores.

Durante o octogésimo ano de vida do senhor Buda, chegou o tempo de seu último ensinamento: Conclamou seus seguidores a buscarem a verdade por si mesmos e a agarrarem-se à verdade como uma lâmpada e a um refúgio. Depois de pronunciar suas últimas palavras – “Monges, a decadência é inerente a todas as coisas compostas”, o Desperto entrou em Paranirvana, fundindo-se com o inconcebível onipresente Dharmakaya.

Pelas mãos de seus discípulos, o budismo firma-se como filosofia e religião em diversas vertentes, que dão continuidade aos ensinamentos do Buddha.

A fonte deste texto é do budismo Vajraya, escola tibetana na qual estudei. ‘Caminhos para a Iluminação’ do Instituto Nyingma.

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Kama Sutra

Monday, May 30th, 2011


Vamos começar a semana com Kama Sutra?
Na semana passada, a Folha publicou uma matéria sobre a escritora argentina Alicia Gallotti, que já lançou vários guias eróticos, do gay ao teen, aos quais deu o nome de Kama Sutra. Como tantos outros autores ocidentais, a escritora se valeu do nome Sânscrito e da apologia um tanto quanto distorcida do tratado milenar do prazer. Veja a crítica, na própria Folha, de Juliana di Fiori e Daniel Miranda, tradutores do verdadeiro Kama Sutra em sua primeira versão do sânscrito para o português, a ser publicado pelo selo Tordesilhas em agosto:
“O Kama Sutra não é um livro sobre posições sexuais. Em sânscrito, Kama significa “amor”, “prazer” e “desejo”. E Sutra quer dizer “tratado”ou “manual”, sendo, portanto, apenas um conjunto de regras sobre a vida do cidadão. O livro ensina desde os modos de atingir os objetivos de vida até a maneira como o homem deve viver com sua esposa, entre outras coisas. Todos os ensinamentos distribuídos em sete livros.
Apenas um dos sete livros é dedicado à união sexual, dividido ainda em dez capítulos: Tipologia Sexual, Abraço, Beijo, Arranhão, Mordida, Posições Sexuais, Golpes, A Mulher Fazendo o Papel do Homem, Sexo Oral e O Começo e o Fim do Sexo.”
Os livros de Alicia Gallotti não seguem esta estrutura, chegam a sugerir 101 posições sexuais e não mencionam outras partes da obra original, nem os seus princípios. No Kama Sutra, existem apenas 17 posições sexuais, onde até mesmo os nomes são diferentes.
“Assim, estes livros modernos ocidentais de contos eróticos com caráter de autoajuda, que se dizem inspirados no pensamento oriental, pretendem ser guias elaborados por especialistas, que se colocam como autoridade no assunto, numa postura bem diferente da dos autores indianos.
Como escreveu o filósofo Vatsyayana no Kama Sutra primeiro: ‘O terreno dos manuais serve enquanto o desejo dos homens é baixo, pois, quando a roda do êxtase está em movimento, não há regras nem ordem”.

Fica o recado!

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Upanishads – Sentados aos pés do Mestre

Tuesday, April 5th, 2011

As Upanishads são parte das escrituras Shruti, que discutem principalmente meditação e filosofia, e são consideradas pela maioria das escolas do hinduísmo como instruções religiosas. Surgiram como comentários sobre os Vedas, sua finalidade e essência, sendo portanto conhecidos como Vedānta (“o fim do Veda”). O termo Upanishad deriva das palavras sânscritas upa (“perto”), ni (“embaixo”) e chad (“sentar”), representando o ato de sentar-se no chão, próximo a um mestre espiritual, para receber instrução.
A maioria dos estudiosos concorda que muitos dos Upanishads mais antigos foram escritos antes do tempo de Buda. Inicialmente havia mais de duzentos upanishads, mas o filósofo Shankara considerou apenas quinze como básicos. Foram totalmente cadastrados apenas em 1656, por ordem de Dara Shakoh.
Estes tratos filosóficos e meditativos formam a “coluna vertebral” do pensamento hindu, e são essencias para o estudo do Yoga.

Gosto especialmente deste mantra, parte do Brhadaranyaka Upanishad

Om purnamadah purnamidam purnat purnamudachyate
purnasya purnamadaya purnamevavasisyate
Om santih santih santih
(Brhadaranyaka Upanishad, V:1)

Om. Isto é Plenitude, aquilo é Plenitude. A Plenitude que surge
da Plenitude é realmente plena. Tirando-se a Plenitude, da Plenitude,
a Plenitude permanence. Que haja paz, paz, paz.

ॐ पूर्णमदः पूर्णमिदं पूर्णात् पूर्णमुदच्यते ।
पूर्णस्य पूर्णमादाय पूर्णमेवावशिष्यते ॥
ॐ शान्तिः शान्तिः शान्तिः ॥१॥

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Bhagavad Gita em MPB

Monday, January 31st, 2011

Gente, é simplesmente sensacional!!! Bhagavad Gita cantado em MPB!!

É de Carlos Rennó e a Cia das Letras, com tradução de Rogério Duarte, o projeto “Canções do Divino Mestre” [1998], onde vários artistas brasileiros como Lenine, Elba Ramalho, Tom Zé, Gilberto Gil, Arnaldo Antunes entre outras feras, gravaram cada capítulo do Bhagavad Gita em diferentes canções.

Dá uma olhada (ouvida) na Gal Costa cantando “Oferenda a Mim”. Uma gracinha!

Como a maioria de vocês deve saber, Bhagavad Gita é um texto hindu que faz parte do épico Mahabarata.
O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Krishna (uma das encarnações do deus Vishnu) com Arjuna (seu discípulo guerreiro) em pleno campo de batalha. Arjuna representa o papel de uma alma confusa sobre seu dever, e recebe iluminação diretamente do Senhor Krishna, que o instrui na ciência da auto-realização. A alma, a devoção, o trabalho de aperfeiçoamento pessoal estão nesses ensinamentos. Fala sobretudo de certas realidades humanas: compreensão, inteligência, estar-livre-da-ilusão, veracidade, perdão, firmeza, felicidade, tristeza, nascimento, decadência, covardia, destemor, eqüidade, não-violência, satisfação, penitência, caridade, infância e fama, com base na antiga filosofia indiana, principalmente do Sankhya. O Bhagavad Gitá é a essência do conhecimento védico da Índia e um dos maiores clássicos de filosofia e espiritualidade do mundo.

Sua filosofia perene tem intrigado a mente de quase todos os grandes pensadores da humanidade, tendo influenciado de maneira decisiva inúmeros movimentos espiritualistas e, como não poderia deixar de ser, é o livro BÁSICO no coração e na cabeceira dos yogis. :-) Como vários autores já traduziram, vocês podem encontrá-lo por todo o Brasil. Mas sugiro a versão da professora e querida Mestre Glória Arieira.

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Crise = Perigo + Oportunidade

Thursday, December 9th, 2010

Fazendo um check up de fim de ano no ortopedista, descobri algumas pequenas lesões articulares que me deixarão longe da bike, da natação e da musculação um tempo. Segundo ele, até o Yoga ficou restrito por ora. :-/
É uma grande chance para o “balanço”, e desta vez ainda veio no fim do ano.
Observe qualquer tensão na sua vida, nos seus relacionamentos, no seu corpo e investigue de que maneira isso vem se repetindo como um padrão ao longo dos anos e de que forma é possível mudar o quadro.
Perceba como seu hábitos, sua rotina e seus valores estão te prendendo no VRITTI, o turbilhão!
Porque que não aproveitar esta simbologia da passagem do ano e da visão de um novo tempo de mudanças para “limpar a casa” e por cada coisa no seu devido lugar?
Afinal…
…A dor de agora é apenas um estágio da evolução no TODO e mais ainda, é apenas uma concepção da mente iludida. Não o fim em si mesmo.

Lá em cima, o Kanji da palavra “crise”composto por dois outros kanjis que significam “perigo” e “oportunidade”.
Os kanji (漢字) são caracteres de origem chinesa, da época da Dinastia Han, que se utilizam para escrever japonês junto com os silabários katakana e hiragana.No Brasil, Kanji, também é sinónimo de ideograma.

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